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sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Quer diminuir a sua pegada ecológica?



Pense num mundo melhor!

Sabia que Albert Einstein afirmava que a melhor alimentação para os humanos era a alimentação vegetariana?!

Uma grande causa para o aquecimento global é o consumo excessivo de peixes e carnes!

Já imaginou a quantidade de energias que um pequeno bife de vaca utilizou, para poder chegar ao seu prato?
A produção de carne é uma das coisas menos eficientes na cadeia alimentar. Por exemplo, para produzir apenas meio quilo de carne são necessários 45.850 litros de agua (alimentar, lavar, limpar, etc.), o que significa uma factura muito pesada em termos ambientais.
Depois vem a quantidade de alimento, grande necessidade de pastos, vastos! Imagine a quantidade de floresta que é abatida todos os dias para alimentar as vacas! Sabia que uma das causas da desflorestação da Amazónia é a produção de vacas?!

Um dos maiores problemas com que a humanidade se defronta é a desertificação e causada, entre outras razoes, por extensas manadas de bovinos. Estes bovinos precisam de ter pastos; e para esses existirem, milhões de hectares de floresta tropical tiveram, ao longo da historia, de ser devastados. Daí resultaram desertos ou o seu aumento.

Depois vem o abate destes animais, a tortura que eles sofrem! E todos bem o sabem! Todos vêem que estes animais sofrem imenso!

Ou seja para produzir carne (seja qual for) é preciso grande quantidade de pasto, alimento (rações), água, luz, etc...aumentando imenso a produção de dióxido de carbono, diminuindo a quantidade de florestas, e consequentemente diminuição da produção de oxigénio, aumento da libertação de químicos tóxicos no ambiente (químicos utilizados nas rações)! Conduzindo então ao efeito de estufa...

Coloco agora algumas questões, para que possa reflectir
Será que antes as pessoas comiam tanta carne?! Pense na sua mãe, avó...
Já Pensou na quantidade de pessoas no mundo que consomem carne?
Já reparou que a população chinesa está a deixar os campos, e estão também a comer mais carne? (ainda bem que podem ter melhores condições de vida, e a merecem, mas será que isto não vai levar a uma maior necessidade de produção de carnes e derivados?)
Já reparou que para produzir produtos hortofrutículas é utilizado menos energia, e que estes ao mesmo tempo produzem Oxigénio?

Agora pense bem antes de continuar a comer tanta carne...
Mesmo que não queira deixar de comer carne, coma menos quantidade, coma menos vezes carne...aumente a quantidade de vegetais no seu prato!

domingo, 25 de janeiro de 2009

Que acontecerá?!

Actualmente a procura de peixe tem aumentado cada vez mais. Cá na região o peixe de maior consumo é a espada preta, que é consumida o ano inteiro...mesmo na época de desova...altura em que muitas novas espadas pretas são mortas para consumo humano...


A Leonel Nunes (CDU) defende que «De Outubro a princípios de Janeiro deveria de haver uma retracção na captura do peixe espada-preto. É nesta altura que mais ovas de espada se encontra aí no comércio regional, mas esquecemos que estamos a destruir milhões de espadas. Ou tomamos medidas ou então amanhã vamos acusar a natureza de ser a culpada do desaparecimento do peixe espada-preto» (in: J.M., a 9 de Dezembro de 2007).

Já começavam a ter alguma consciência do que poderia acontecer! Porém...


...o total de peixe espada-preto descarregado ao longo de 2007 atingiu 2.921 toneladas. Tal significa uma melhoria quando comparada com os últimos anos. Por exemplo, em 2006 o total de peixe espada-preto capturado tinha sido de 2.717 toneladas. Deste modo, as 2.921 toneladas capturadas ao longo do ano transacto representam 41 por cento de todo o pescado descarregado na R.A.M.. (in: J.M., a 27 de Junho 2008).
Se continuar assim...quem sabe o que acontecerá!


O J.M. (16/10/07) cita que: "Há quem se lembre que o total de peixe espada preto descarregado chegou às 4 mil toneladas e, neste momento, estamos falar de 2.700 toneladas." Ainda se pode ler no J.M. que o director regional de Pescas referiu que no âmbito do acordo 38 embarcações portuguesas, das quais 28 madeirenses e 10 açorianas, vão poder exercer a actividade piscatória em águas do Arquipélago das Canárias, sendo que das embarcações da Região, 10 são atuneiros e 18 para pesca do peixe espada-preto. Que será que anda acontecendo ao nosso peixe, para começarem a procurar em outros lados...


Permitam-se a uma pequena reflexão...
Não há muito tempo, no telejornal alguns pescadores queixavam-se que estava difícil pescar espada preta como antes...porém não podiam parar de pescar pois é o seu sustento! Exigiram então que o governo arranjasse um subsidio!!! Acho que deveriam reflectir melhor, pois caso pesquem tudo agora, depois não terão nada para pescar e aí é que não ganham nada! Portanto deveriam ser eles com toda a nossa ajuda a desenvolver estratégias para resolver esta situação!

Uma vez vi um programa na t.v. sobre uns pescadores japoneses, em que estava a acontecer igual a eles, e inicialmente achavam que também seria responsabilidade do estado...mas depois viram que eles conseguiam resolver a situação por si sós, deixando de pescar na altura da reprodução e desova! Verificaram ainda que após algum tempo, estavam a conseguir pescar mais que anteriormente!

Por isso peço-vos tenham mais atenção quando forem ao mercado/supermercado e quiserem comprar peixe!
mvs

sábado, 24 de janeiro de 2009

A hora da terra

Consumo de peixe

Pense em todos nós!
Pense que se gastar tudo agora, quando voltar a querer talvez será tarde!

Não se justifique dizendo que não precisa se preocupar, pois os outros não se preocupam! Pense que tem de começar de algum lado!

A Greenpeace refere 5 conselhos para um consumo responsável:

  1. Coma menos peixe; pois oceanos não conseguem suportar o aumento desenfreado do consumo!
  2. Recuse o peixe miúdo; não coma o peixe miúdo, e denuncie a venda à ASAE: tel.:217 983 600 ou por e-mail: correio.asae@asae.pt
  3. Prefira o peixe que veio de mais perto; pense no gasto energético que é necessário para o transporte de peixe e no impacto nas populações locais ao tirar os seus recursos de proteínas. Verifique a origem do peixe que compra.
  4. A pesca selectiva é mais sustentável; é melhor pescar com anzóis e redes artesanais, do que com redes industriais, com as quais não é possível escolher o peixe que se captura.
  5. A aquacultura não é a solução para a crise dos oceanos; muitas espécies criadas e engordadas em quintas de peixe, necessitam de outros peixes para serem alimentadas. Consome somente espécies herbívoras e mariscos produzidos de forma sustentável.

Agora fique conhecendo a lista de (alguns, somente alguns) dos peixes com maior risco de extinção, considerada a lista vermelha pela Greenpeace.

A situação dos mares e oceanos do planeta é grave. É importante consciencializar o mundo, e mudar de atitudes!
  • ¾ dos stocks de peixe do mundo estão totalmente explorados, sobreexplorados ou esgotados; 88% dos stocks de peixe em águas comunitárias estão sobreexplorados.
  • 90% das populações dos grandes peixes predadores (como o atum, o bacalhau e o peixe espada) estão esgotadas.
  • Actualmente só 1% dos oceanos e mares do mundo estão totalmente protegidos, uma percentagem ridícula quando comparada com os espaços naturais protegidos em terra (11%).
  1. Alabote;
  2. Alabote da Gronelândia;
  3. Atum;
  4. Bacalhau do Atlântico;
  5. Camarões;
  6. Espadarte;
  7. Linguado Europeu;
  8. Peixe espada;
  9. Peixes vermelhos;
  10. Pescadas;
  11. Raias;
  12. Salmão;
  13. Solha Americana;
  14. Tamboris;
  15. Tubarões.
Lembre-se da próxima vez que for ao supermercado!

Ranking de supermercados da Greenpeace

Este foi um artigo publicado pela Greenpeace, que achei interessante para partilhar convosco.

Lidl22,73%
Pingo Doce e Feira Nova3,12%
Pão de Açúcar e Jumbo 2,32%
Intermarché e Ecomarché2,10%
Modelo e Continente1,81%
<>É necessário agir urgentemente para melhorar a política de compra de peixe.
> 40% <>Foram tomadas medidas relativas a uma política de compra de peixe sustentável, mas são necessárias acções mais concretas para que atinja um nível aceitável.
> 70%Possui uma política de compra de peixe aceitável que deve ser respeitada e melhorada no futuro.


Este ranking da Greenpeace compara as políticas de compra actualmente adoptadas pelos principais supermercados de Portugal e avalia positivamente aqueles que fazem um esforço maior para oferecer produtos de peixe sustentável aos consumidores.

Em maio de 2008, a Greenpeace entrou em contacto com os principais distribuidores de Portugal e solicitou informações sobre as suas políticas de compra de peixe, através de um questionário e pedido de informações, e solicitou que fossem agendadas reuniões com a Greenpeace para abordar o assunto. Por não ter havido resposta por parte da maioria dos supermercados aos pedidos, algumas das informações foram recolhidas por voluntários da Greenpeace, que fizeram várias visitas posteriores a diferentes supermercados e observaram os produtos vendidos.

Há que se ressaltar que a maioria dos principais grupos de supermercados não possui uma política sustentável em relação ao peixe que vende, razão pela qual todos eles necessitam de melhorias urgentes e de fazer um esforço que mostre a preocupação com a actual crise dos oceanos.

Pontuação:
  1. Pontuação total (max. 252)
  2. Traçabilidade (max. 36)
  3. Política de compra sustentável (max. 36)
  4. Definição de sustentabilidade (max. 36)
  5. Prinicípios de política de peixe sustentável (max. 36)
  6. Política de etiquetagem (max. 36)
  7. O que acontece na prática (max. 36)
  8. Marketing e promoção (max. 36)
Supermercado (clique no logótipo
para mais informação)
a. b. c. d. e. f. g. h.
57,29 10,29 12,00 12,86 11,00 0 6,00 5,14
7,86 3,86 0 0 0 0 4,00 0
5,86 3,86 0 0 0 0 2,00 0
5,29 1,29 0 0 0 0 4,00 0
4,57 2,57 0 0 0 0 2,00 0